Reforma Ativa. Como preparar e viver uma vida com sentido

Um workshop apoiado pela Mindmatters e a Amara – Associação pela Dignidade na Vida e na Morte Em Portugal ainda não se valoriza a importância da preparação, atempada, da Reforma. Hoje a uma maior longevidade deve corresponder a manutenção de uma vida com qualidade e elevado grau de autonomia. Atualmente esta pode situar-se nos 80 e mais anos de idade, o que corresponde a 15, … Continue a ler Reforma Ativa. Como preparar e viver uma vida com sentido

O que realmente importa no fim da vida?

No final de nossas vidas, o que mais desejamos? Para muitos, conforto, respeito e amor. BJ Miller é um médico de cuidados paliativos que reflete profundamente sobre como criar um fim de vida digno e gracioso para os seus pacientes. Aproveite o tempo para saborear esta conversa emocionante, que faz grandes perguntas sobre como pensamos sobre a morte e honrar a vida. Continue a ler O que realmente importa no fim da vida?

O que torna a vida boa?

O que nos mantém felizes e saudáveis à medida que a nossa vida decorre? Se pensam que é a fama e o dinheiro, não estão sozinhos — mas, segundo o psiquiatra Robert Waldinger, estão enganados. Enquanto diretor do estudo de 75 anos sobre o desenvolvimento adulto, Waldinger tem acesso sem precedentes a dados sobre a verdadeira felicidade e satisfação. Nesta palestra, descreve três importantes lições aprendidas com esse estudo, assim como a sabedoria prática, velha como a Sé de Braga, sobre como construir uma vida longa e preenchida. Continue a ler O que torna a vida boa?

Cérebro – mais vasto que o céu. Uma exposição a não perder na Fundação Gulbenkian.

De 16 março a 10 junho poderá visitar a exposição Cérebro – Mais vasto que o Céu. Na programação complementar destaca-se a palestra de António Damásio, a 2 de Junho: O Cérebro, o Corpo, e a Naturalidade da Consciência. C Um cérebro com 500 milhões de anos e um cérebro moderno. Dois neurónios gigantes, fragmentos de um papiro egípcio. Um quadro de Bridget Riley, uma … Continue a ler Cérebro – mais vasto que o céu. Uma exposição a não perder na Fundação Gulbenkian.

Andamos distraídos

Raul C. Gonçalves (edição) Misha Gordin (foto)      Os factos que se seguem ocorreram numa manhã de Inverno de 2007, em Washington. Um homem entrou no átrio da estação de metro Plaza Station e começou a tocar violino. Durante cerca de 45 minutos, tocou seis composições: duas Suítes de Bach e quatro peças de Massenet, Schubert, Ponce e Mendelssohn. Tendo em conta que se tratava … Continue a ler Andamos distraídos