O bom e o ruim são geralmente histórias incompletas que contamos a nós mesmos.

Há uma antiga parábola sobre um fazendeiro que perdeu o cavalo dele. Os vizinhos foram visitá-lo e lhe disseram: “Ah, isso é muito ruim!”O fazendeiro respondeu: “Bom ou ruim, é difícil dizer”. Dias depois, o cavalo retorna e traz consigo sete cavalos selvagens. Os vizinhos vão visitá-lo para lhe dizer: “Ah, isso é muito bom!”O fazendeiro encolhe os ombros e diz:”Bom ou ruim, é difícil dizer”. No dia seguinte, o filho do fazendeiro está cavalgando um dos cavalos selvagens, é arremessado e quebra a perna. Os vizinhos dizem: “Ah, mas que azar!”O fazendeiro responde:”Bom ou ruim, é difícil dizer”. Um dia, oficiais batem nas portas das casas procurando homens para o alistamento militar. Eles veem o filho do fazendeiro com a perna quebrada e o ignoram. Os vizinhos dizem: “Ah, mas que sorte danada!”O fazendeiro responde:”Bom ou ruim, é difícil dizer”.

Nesta palestra sobre a bela, complicada, alegre e difícil jornada de criar uma menina rara, Lanier questiona as nossas suposições sobre o que torna uma vida “boa” ou “ruim”, desafiando-nos a parar de nos fixar em soluções para o que não consideramos normal, e, em vez disso, olhar a vida como ela é.

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